Blog desativado.
Bom dia amigos. Devido à falta de tempo para dar atenção, eu estou desativando temporariamente esse blog. Minha mãe está doente demais para eu passar meu tempo escrevendo aqui o que está acontecendo comigo. Sei que qualquer dia desses ela se vai, mas está próximo o dia.
Sem contar que, também, estou muito atrasado nos meus sonhos. Tenho que lutar por eles. Tenho que dar atenção em outras prioridades. A quantidade de problemas aumentou e eu não estou conseguindo controlar os eventos.
As diversas tentativas de me lidar com o próximo também pesou nisso. As mulheres são loucas insanas que não entendo quando querem algo com alguém. Imagine uma pessoa que não esqueceu uma pessoa do passado que não pode ter e quer recomeçar, mas acaba esbarrando nesse passado. Acaba magoando que não tem nada a ver. Imagine você ouvir dessa pessoa que "eu sou dele" depois de apostar que essa pessoa quer viver uma nova vida. O que você vai fazer dessa nova vida? Dar a ele e viver uma ilusão? Viva realmente a ilusão (não é priapismo meu).
Assisti um filme nesses dias chamado "Ponto de encontro", cuja história eu contei no post anterior, onde um homem, em crise no casamento porque a mulher não acreditou no seu sonho e queria que ele vivesse o dela. Quando sofrem um acidente e ela fica em uma situação complicada, ele abandona o seu sonho para compartilhar da sua dor. E o seu amor foi posto em desconfiança quando ele, em paralelo, passa a apoiar o filho da fisioterapeuta dela, um garoto brilhante, que morre ao vencer em um campeonato de natação. Em momento algum, esse homem foi incorreto e desleal com a sua família. A mãe do menino, antes de morrer, fez uma pergunta, daquelas que são moralizantes e incomodas, como "faz diferença para você viver ou morrer?" ("Menace to society", Perigo para a sociedade). Ela perguntou: "Você cuida dos meninos do seu bairro, da sua família, dos seus amigos. Mas quem cuida de você?". O personagem, interpretado por Morris Chestnut, ficou sem resposta, assim como eu.
Como ninguém lê ou persegue esse blog, não fará diferença na vida de quem está lendo assim como não faço diferença no dia-a-dia. Quando me procuram não é para me convidar para um churrasco ou uma festa. Mas sim para me dar trabalho! É claro que posso isentar com segurança a minha amiga Vanessa Severo, a Família Barbosa e o pessoal da Pós. Além dos poucos amigos reais (não vivo no mundo da lua! Tenho amigos reais) que, com certeza, se estiverem lendo este deixarão no meu Orkut o seguinte dizer: sou seu amigo real.
Como eu estou? Bem.. isso só o tempo vai me dizer. O que eu sei é que eu preciso cuidar de mim, já que ninguém o faz.
Obrigado por me entender nesse momento.

4 comentários:
Tenho certeza disso, Amanda! Aliás, você é a única que persegue o meu blog que comenta. Eu sou grato por isso. Pode acreditar em mim. Farei de tudo para essa amizade continue assim: forte.
Tudo isso é fruto da nossa falta de sintonia.
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